DECISÃO DA FENASPEN E LIDERES SINDICAIS NO DIA 15/01 EM BRASÍLIA
Cada Estado deverá realizar uma assembleia local com os demais servidores e decidir se irão aderir às ações em nível nacional ou não, que a principio acontecerão na seguinte ordem: (no nosso caso isso já foi decidido no dia 15 de janeiro de 2013, às 17: 15, em consonância seguindo as diretrizes da FENASPEN)
⌦ Será confeccionada uma carta aberta a toda a sociedade, em um ato público a ser realizado no dia 23 de janeiro.
⌦ Uma paralisação nacional de 24 horas nas unidades prisionais de cada Estado também deverá acontecer no dia 30 de janeiro,
⌦ Também será publicado o edital de convocação para o Congresso, que acontecerá nos dias 20 e 21 de fevereiro, em Brasília, onde deverão estar presentes caravanas dos Estados que aderirem ao movimento para deliberar se a categoria irá ou não entrar em greve por tempo indeterminado, caso não se derrube o veto antes deste prazo.
⌦ Será confeccionada uma carta aberta a toda a sociedade, em um ato público a ser realizado no dia 23 de janeiro.
⌦ Uma paralisação nacional de 24 horas nas unidades prisionais de cada Estado também deverá acontecer no dia 30 de janeiro,
⌦ Também será publicado o edital de convocação para o Congresso, que acontecerá nos dias 20 e 21 de fevereiro, em Brasília, onde deverão estar presentes caravanas dos Estados que aderirem ao movimento para deliberar se a categoria irá ou não entrar em greve por tempo indeterminado, caso não se derrube o veto antes deste prazo.
TV SINDASP
Este vídeo apresenta debates com o vice - presidente do SINDASP-PE, Carvalho e do Coordenado Jurídico Clóvis Eduardo Gomes de Morais, na reunião da FENASPEN em Brasília -DF. Além da defesa do Senador do PT -PE, Humberto Costa e o Senador do PT - RS, Paulo Paim - Presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, em defesa dos Agentes Penitenciários contra o Veto presidencial.
FENASPEN decide por paralisação nacional
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Após reunião realizada em Brasília sobre o veto da presidenta Dilma Rousseff ao porte de arma integral, os agentes penitenciários de todo o Brasil decidiram realizar uma paralisação de advertência de 24 horas, no próximo dia 30 de janeiro. A parada será em todos os estados, tanto nas unidades estaduais como federais. No entanto, a categoria afirma que irá manter os serviços essenciais e respeitar o número limite de servidores trabalhando de 30%, conforme lei de greve.
A decisão foi tomada em consenso de líderes sindicais e representantes da Federação Nacional dos Servidores Penitenciários (FENASPEN), que discutiram o veto do nosso Porte de arma. Na reunião em Brasília, foi definido também outras medidas para reverter essa decisão presidencial, no intuito de assegurar e garantir esse direito à segurança dos agentes penitenciários do país.
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Representantes de praticamente todos os Estados estão mobilizados. Por esse motivo, cada unidade da Federação deverá realizar uma assembleia local com os demais servidores e decidir se irão aderir às ações em nível nacional. A princípio, o encontro em Brasília estabeleceu alguns pontos.
Um deles é que será confeccionada uma carta aberta a toda a sociedade, a qual deverá ser distribuída em um ato público a ser realizado no dia 23 de janeiro. Neste mesmo dia, os servidores deverão coletar assinaturas de repúdio contra o veto da presidenta. O outro ponto é a paralisação nacional de 24 horas nas unidades prisionais.
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Também será publicado o edital de convocação para o Congresso, que acontecerá nos dias 20 e 21 em Brasília, onde deverão estar presentes caravanas dos Estados que aderirem ao movimento para deliberar se a categoria irá ou não entrar em greve por tempo indeterminado, caso o veto não seja derrubado antes.
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O presidente da FENASPEN explica que todos os prazos foram definidos respeitando os prazos legais, que a paralisação requer. “A principio nossa intenção era de realizar a paralisação no dia 23 de janeiro, para dar mais agilidade, mas infelizmente devido aos prazos legais referentes a todas as questões jurídicas de publicações e comunicados as autoridades competentes para que a paralisação e até mesmo a greve não sejam consideradas ilegais, foram definidas então essas datas. Mas esperamos que todos os Estados venham somar conosco, já que essa luta não é individual de cada Estado, todos irão se beneficiar com a lei, então precisamos do apoio maciço de toda a categoria em nível de Brasil, pois temos que mostrar a nossa força neste momento”, relatou Anunciação.
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